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FORTALEZA PERDE PARA O FLAMENGO EM JOGO EQUILIBRADO

 

 

FORTALEZA PERDE PARA O FLAMENGO EM JOGO EQUILIBRADO

 

 

O Fortaleza foi derrotado por 2 x 0 com o segundo gol sendo validado pelo VAR, isto porque o Gabriel saiu, conforme dizem os analistas, da posição “B” para a  “A”, significando dizer que no momento do chute estava regular, mas antes de receber a bola e após o lançamento não tinha condição de jogo.

 

O que temos que reclamar é que o VAR, a favor do Fortaleza e em lances legítimos jamais funcionou e num dos últimos jogos a justificativa, ou a desculpa amarela, foi a de que o assistente havia levantado a bandeira antes da conclusão do lance e,  em isso ocorrendo o VAR Não pode ser acionado.

 

Ora, se o VAR foi instituído exatamente para “evitar a participação e influência da arbitragem nos resultados dos jogos”    conclui-se que essa regra estapafúrdia e sem sentido coroa e blinda exatamente os “assistentes” mal-intencionados ou incompetentes.  

 

Essa é uma regra que, indiscutivelmente, protege os desonestos, exigindo, pois, aprimoramento. Nos outros esportes o VAR é absoluto, de modo que o seu parecer é conclusivo e seguido cegamente pela arbitragem, enquanto no futebol existem brechas para a atuação dos inescrupulosos.

 

Quanto ao jogo em si era natural que o Flamengo, atuando nos seus domínios e contando com o apoio da sua imensa torcida, pressionasse o Fortaleza, especialmente nos momentos iniciais dos dois tempos, como efetivamente ocorreu. Afora isso foi um jogo equilibrado.

 

Não acredito que alguém vá dizer que  vi outro jogo, contudo, o Fortaleza, no meu ponto de vista, jogou no mesmo pé de igualdade com o Flamengo, até porque foi uma partida de muita marcação e de poucas oportunidades, tanto é que o time carioca foi muito eficaz, aproveitando duas das poucas chances ocorridas durante o decorrer do jogo.

 

Em determinado momento do embate,  mormente no segundo tempo, o Fortaleza dominou as ações e se tivesse mais eficiência ofensiva poderia ter assinalado alguns gols, que premiaria a sua boa atuação.

 

Não vou falar em gols perdidos porque os dois clubes desperdiçaram algumas oportunidades, sobressaindo-se nesses casos os goleiros, visto que o Boeck fez duas defesas excepcionais, assim como o goleiro do Flamengo Diego Alves, que evitou o gol em dois lances cruciais do Fortaleza.

 

No início do segundo tempo e quando o placar era ainda de 1 x 0, o Marcinho frente à frente com o goleiro Diego Alves, cabeceou em cima do arqueiro, perdendo a preciosa chance do empate que, com certeza,   mudaria o resultado da partida.

 

Esse é um problema crônico do Fortaleza, o desperdício de chances preciosas, foi assim, por exemplo, contra o Botafogo da Paraíba, vez que tanto aqui como lá perdemos oportunidades de ouro para ampliar o marcador.

 

Em João Pessoa, para balizar a nossa tese, no   finzinho da partida só o Júnior Santos desperdiçou duas chances, daquelas que o locutor fala que até a sua avó faria.  Esse, assim como a meia de ligação, no meu modesto entendimento é um problema que tem que ser equacionado, pois da sua solução depende a sorte do Tricolor de Aço.  

 

Concluindo gostaria de afirmar que perder para o Flamengo fora de casa não é uma anormalidade e nem uma desonra, embora o ideal fosse uma vitória ou um empate, que até poderíamos ter conquistado se fôssemos mais eficientes ofensivamente. O importante é que o Fortaleza jogou bem e isso nos alenta.  

 

Em que pese não concordar, por motivos históricos com o Penta Fajuto, outorgado ao Ceará através de uma “farsa” e de outras conquistas irregulares, como o título de 2002, parabenizo o nosso rival pelos seus 105 anos de história.

 

Indiscutivelmente o Time de Porangabuçu, ao lado do Fortaleza, é muito importante para o futebol cearense, nordestino e brasileiro, posto que a grandeza do futebol tupiniquim, em 90% foi construída pelos dois antagonistas e esse fato, independentemente da conotação clubística há que ser reconhecido.   

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.