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CAINDO DE PÉ

FELIPE ALVES: O MELHOR DO FORTALEZA EM CAMPO 

 

CAINDO DE PÉ

 

 

O Fortaleza resistiu exatamente 90 minutos no embate contra o Athletico Paranaense, 88 do tempo regulamentar  SOMADOS Aos acréscimos de 2 minutos do primeiro tempo.  Naquele minuto fatídico houve um cochilo da defesa e viemos para casa mais cedo, para gáudio dos nossos rivais.

 

Esquecem-se que foram desclassificados em todas as competições e na  Copa do Nordeste,  em casa,  pelo Náutico que, com todo o respeito, nem  de longe se compara ou se assemelha ao time paranaense que, conforme acentuamos na nossa coluna de ontem,   se configura como o clube brasileiro que mais evoluiu nas últimas décadas. 

 

A vida é mesmo assim, visto que “quem não pode se regozijar com as próprias conquistas se alegra e se deleita com o insucesso dos outros”.  Evidentemente que nos reportamos apenas à parte mesquinha da torcida do nosso principal concorrente.

 

O Fortaleza caiu de pé, visto que, similarmente ao oponente, teve oportunidades para vencer e empatar o jogo, especialmente nos acréscimos, na última volta do ponteiro, quando o Tinga cabeceou forte e o goleiro Santos fez uma defesa milagrosa.

 

Foi indiscutivelmente uma das melhores partidas do futebol brasileiro do ano em curso, isto porque o Athletico, seguindo à risca a sua estratégia quando atua em casa, independentemente do poderio do adversário, impôs um ritmo alucinante à partida, buscando sempre o domínio das ações.

 

Os contendores se igualaram ou foram muito parecidos em dois pontos: Marcação cerrada sobre o adversário e na saída em velocidade nos contra-ataques, tanto é que no primeiro tempo, a rigor, aconteceu apenas uma chance para cada lado, sendo que a do Athletico, num chute forte do Léo Pereira   encontrou a trave pelo caminho.

 

No segundo tempo e nem poderia ser diferente, o Athletico que tem sido muito cruel com os adversários, tanto é que aplicou goleadas históricas, 8 x 1 no Toledo, 3 x 0 no Boca Juniors e 4 x 0 No Jorge Wilstermann, pressionou muito ao Fortaleza, que suportou bem o assédio.

 

Além do cansaço de uma partida há cada 2,88 dias,  o Fortaleza teve um jogador expulso, o Carlinhos que, infelizmente é um dos recordistas de cartões amarelos. Tem agido de forma estabanada e, ainda por cima, em lances bobos costuma segurar o adversário e quando o árbitro vê é “caixão e vela preta”.

 

Para que se tenha uma ideia do que foi a partida em termos de marcação e de criatividade, os especialistas elegeram os dois goleiros como os melhores de cada time. O Santos salvou o Athletico nos acréscimos e o Felipe Alves fez, pelo menos,  três defesas milagrosas.

 

A mais bonita, diria que monumental, aconteceu um pouquinho antes do gol, quando de mãos trocadas e numa cabeada à queima roupa, mandou para escanteio, pulando literalmente como um gato.

 

O Fortaleza caiu de pé e com dignidade, numa derrota que está sendo lamentada, mas que demonstra que o time,  com alguns ajustes,  pode chegar mais longe no Brasileirão.

 

Já que lhe resta apenas o Brasileirão o planejamento tem que começar agora, até porque para  se manter na competição, o primeiro objetivo, tem que conquistar 13 vitórias nos 31 jogos restantes.

 

Dizem que as vitorias encobrem e camuflam os erros e as derrotas os escancaram como se fora fraturas expostas. Em assim sendo,  têm alguns pontos que precisam ser revistos e não vimos dizendo isso de agora.

 

O meio de campo necessita de um meia de qualidade e a diferença pode ser vista, para não falar dos demais clubes, como o Cruzeiro que tem Thiago Neves, ou com relação ao Athletico que tem no Lucho González, embora não sendo um gênio, um articulador eficiente.

 

Não acredito que o Rogério Ceni se disponha a abrir mão dessa peça essencial para qualquer equipe, até porque lhe abriria um leque enorme de opções táticas e, principalmente, por trazer “vida inteligente” para um compartimento que carece um pouco mais de criatividade.

 

Vamos continuar analisando as posições que precisam ser fortalecidos, mas continuarei defendendo a premissa de que uma meia de ligação, mesmo sendo redundância, é a prioridade primeira do Tricolor de Aço.

 

Isso ficou mais do que patente não apenas ontem, mais em todos os nossos jogos, vez que os jogadores que têm atuando no setor não têm correspondido. O que andou mais perto de suprir a lacuna foi o Ederson, que não joga mais nessa temporada. A nossa sorte é que tanto o Paz quanto o Ceni são inteligentes e devem ter feito essa leitura.

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.