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ESTRATÉGIA PARA RECUPERAR O TERRENO PERDIDO.

11 Jun 2019

 

 

ESTRATÉGIA PARA RECUPERAR O TEMPO PERDIDO.

 

O Fortaleza jogava quase que simultaneamente quatro competições, sendo campeão de duas: Do Cearense, em que recuperou a hegemonia do nosso futebol e da Copa do Nordeste, da qual, com essa nomenclatura, ainda não detinha o título.

 

Evidentemente que nos reportamos ao time profissional, vez que fomos campeões invictos, com o Sub-20 em 2108, gerando uma brincadeira saudável, ou uma espécie de mofa contra a torcida do nosso rival.

 

Lembramos que essa troça sadia é salutar por alimentar a rivalidade no futebol e quando parte para a violência e para o desrespeito somos terminantemente contra. Assim o torcedor tricolor escarneia o do nosso rival ao afirmar que o título mais importante deles, conquistamos apenas com o Sub-20. A conquista com o profissional serve tão somente como lambuja.

 

O assunto que pretendo abordar, voltando ao tema principal desta conversa, passa pela constatação de que quaisquer dos clubes que lutam para se manter na competição têm,   obrigatoriamente,  que alcançar um rendimento de 40,36% em relação aos 114 pontos em disputa.

 

Aplicando esse percentual de 40,36% sobre 114 pontos em disputação, chegaremos ao número de 46,01 pontos e, até o momento, no modelo de pontos corridos, quem chega à essa pontuação tem conseguido a permanência na Divisão.

 

Ocorre que o Fortaleza, que é quem nos interessa, em 8 partidas, ou em 24 pontos disputados   somou apenas 7, quando deveria ter chegado, aplicando-se o citado percentual de 40,86%, a 9,8 pontos, que arredondamos para 10.

 

Esses 3 pontos que o time deixou de somar correspondem a uma defasagem, ou a um déficit de 11,15%. Dessa forma o planejamento para a recuperação ou para a redenção na competição já deve começar de imediato.

 

                                     Voar como um meteorito para recuperar o terreno perdido.

 

Considerando-se que existe milagres que levem o Tricolor a recobrar o terreno perdido tempestivamente, como num passe de mágica, a estratégia deve ser traçada tendo em mente os próximos 8 jogos, começando pelo do Cruzeiro.

 

Nesse período o Fortaleza terá os seguintes confrontos:

 

12 de junho -        Cruzeiro - Casa - Vitória

14 de julho -          Avaí  - Casa - Vitória

21 de julho -          Atlético (MG) - Fora - Empate

28 de julho -          Corinthians - Casa - Vitória

04 de agosto -       Ceará - Neutro - Vitória

11 de agosto -        CSA - Fora - Empate - Vitória

18 de agosto -        Internacional - Casa - Vitória

25 de agosto -        Santos - Fora - Empate

 

Observamos que nas oito primeiras rodadas a tabela foi implacável com o Tricolor e nas próximas oito etapas,  muito embora os adversários sejam fortes, e nem poderia ser diferente em se tratando de Série A, temos um refrigério, ou um refresco, como se diz popularmente, visto que jogaremos quatro partidas em casa e uma em campo neutro,  e somente três fora dos nossos domínios.

 

Estamos projetando 5 vitórias, até porque temos que demarcar e mandar no nosso território e, nesses triunfos, evidentemente,       inclui-se a vitória contra o Ceará. “Clássico é clássico e vice-versa”, mas temos que nos impor e mostrar que na nossa casa mandamos nós.

 

Para conquistar esses objetivos temos que requalificar o elenco e ajustar alguns pontos:

 

1 –  Ataque – Marcou apenas 6 gols e ganha tão somente do CSA que assinalou somente 3 e do Avaí que marcou reles 4 tentos. O Palmeiras tem o melhor ataque com 15 gols, ou quase três vezes a produtividade do Tricolor.

 

2 - Defesa – Sofreu 12 gols, constituindo-se na sexta pior defesa do certame. Está à frente de Fluminense 15; Vasco e Cruzeiro, 14; CSA e Chapecoense, 13.  O Palmeiras também tem a melhor defesa com apenas 2 gols sofridos.

 

3 – Meio de campo – Em geral a baixa produtividade do ataque se relaciona ou tem a ver com a falta de criatividade do meio do campo, especialmente pela sua inabilidade de municiar os atacantes e de deixá-los na cara do gol.

 

Por outro lado, o domínio territorial sem a objetividade necessária e devida se transforma numa supremacia apenas virtual, que não redunda em momento algum no principal objetivo de um jogo de futebol, que é chegar ao gol. São problemas que devem ser resolvidos, para o próprio bem-estar do Fortaleza.

 

Por hoje c’est fini.

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.