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"VÃO-SE OS ANÉIS E FICAM OS DEDOS"

                                                                 Foto:  Divulgação

 

 

“VÃO-SE OS ANÉIS E FICAM OS DEDOS”.

 

 

A Executiva do Tricolor e de modo especial o presidente, estão sendo relativamente massacrados nas redes sociais e por parte da imprensa, em razão das cinco perdas momentâneas, que podem chegar a seis, em se confirmando as especulações de que o Atlético Mineiro, detentor da maior fatia dos direitos econômicos do Edinho, estaria disposto a negociá-lo para o Exterior.

 

Existem alguns pontos a serem considerados em relação à essa notícia, que no momento está mais para factoide: O Fortaleza em decorrência de acertos financeiros com o time mineiro, aumentou o seu percentual de direitos sobre o atleta, em torno de 30%, porcentagem não confirmada oficialmente, que lhe dá um poder maior de barganha.

 

Como segundo ponto temos o acerto, não sei se apenas verbal ou formal, entre o Fortaleza e o Atlético Mineiro que, ao que consta, se comprometeu a não negociar o atleta no decorrer deste ano.

 

Em sendo verdade vamos dar um voto de confiança aos dirigentes do clube mineiro, embora no futebol a “palavra empenhada” não seja exatamente um “fio de cabelo de bigode”, forma contratual consagrada pelos nossos avós.

 

Ocorre que nessas perdas tricolores o Fortaleza tem sido o clube brasileiro que mais se prejudicou e a esse respeito tenho encontrado alguns tricolores que avaliam que não houve os cuidados devidos do staff tricolor no sentido de evitar essa revoada que, diga-se de passagem, não estava nos planos de ninguém.

 

Reiteramos o nosso ponto de vista de que o nosso clube, recém-saído de uma Série C, onde hibernou durante oito anos e que somente agora vem se reestruturando, não tem ainda possibilidades de formar um plantel majoritariamente seu, tendo que recorrer aos empréstimos e sujeitando-se às condições do clube dono dos direitos do atleta.

 

Recordo por oportuno que em 2017 o time estava na “Terceirona” e atravessando uma crise financeira sem precedentes, sendo salvo pelo gongo, com a chegada do Eduardo Girão, que não apenas injetou capital no clube, mas o impregnou de confiança e de otimismo, concorrendo para que saíssemos da crise e ainda conquistássemos um vice-campeonato da citada divisão.

 

Em 2018 o Fortaleza ascendeu à Série B, todos sabem, mas não custa rememorar e as perspectivas não eram boas, já sob a batuta do Marcelo Paz, apresentado pelo Eduardo Girão, de quem foi vice, e que tinha o seu aval como alguém que realmente daria curso ao projeto administrativo e à sua filosofia de gestão.

 

Como fruto dessa nova diretriz administrativa o Marcelo Paz, de forma arrojada contratou o Rogério Ceni que, formatou um plantel, dentro das possibilidades financeira do clube, que nem de longe era tido pelos especialistas com o melhor da Série B, os quais apostavam no Goiás, Coritiba, Figueirense, Ponte Preta, além de outros pesos pesados.

 

O fruto desse trabalho profícuo se revestiu em conquistas para o clube que, no ano do seu Centenário sagrou-se, de forma inédita, Campeão Brasileira da Série B e na sequência, Campeão Cearense de 2019 e da Copa do Nordeste do ano em curso.

 

Todas essas conquistas pela importância, fazem do Rogério Ceni o treinador mais laureado da história tricolor, assim como colocam a gestão do Marcelo Paz no elevado patamar de “a  mais vitoriosa”, sem desmerecer as antecessoras, que deram inegável contribuição para o crescimento do Tricolor.

 

Não podemos desconhecer, tirar o brilho ou esmaecer   a contribuição inestimável dos Poderes do clube, Conselho de Ética, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal, do apoio inconteste de grandes tricolores, da dedicação e entrega do elenco, capitaneado pelo Boeck e, sobretudo do imprescindível amparo da Nação Tricolor, que costuma carregar o time nos braços.

 

De modo que, sem ter procuração para defender a Diretoria Executiva, não posso entender a abordagem que me fazem alguns torcedores e, principalmente os amigos, que sustentam que essas conquistas de nada valerão se o time for rebaixado.

 

Como não amigos? Esses feitos memoráveis, além de passarem a fazer parte da História, são importantes para o Ranking Nacional, por servirem de critérios de desempate no tocante à classificação para determinadas competições, de que é exemplo a Copa do Brasil

 

Não bastasse isso, o Fortaleza, que nos oito anos de Série C perdeu muitas posições, mediante às mesmas avançou nove posições no Ranking e, muito em breve, reassumirá a posição que lhe é de direito.

 

Para encerrar os nossos modestos escritos de hoje e voltando ao nosso tema central, prefiro fazer coro com o ditado popular que enfatiza que “vão-se os anéis e ficam os dedos”, isto porque, sem alarde a diretoria está trabalhando, e de forma muito criteriosa, para repor as baixas, que são normais, mormente em clubes em fase de estruturação, como é o caso do Fortaleza.

 

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA TRICOLOR

 

09 de julho de 1955 – Fortaleza 1 a 0 Gentilândia

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.