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FECHAR O TREINO OU NÃO FECHAR, EIS A QUESTÃO!

10 Jul 2019

                              ROGÉRIO CENI UM VENCEDOR - ÍDOLO DA TORCIDA TRICOLOR!

 

FECHAR O TREINO OU NÃO FECHAR, EIS A QUESTÃO!

 

 

O Fortaleza fez um jogo-treino com o Ferroviário e por opção do Rogério Ceni, que é o responsável, com a sua  comissão técnica e demais profissionais do Departamento de Futebol, pela estratégia e pelo planejamento de preparação do time para todos os embates e de modo especial para o importante confronto, que se avizinha, contra o Avaí.

 

Não entendo todo esse furor diante da  decisão do Ceni de fechar o treino. O  Tite,   o Pepe Guardiola, o Lisca Doido, o Enderson Moreira e quase todos os treinadores do planeta adotam essa postura  visando obter mais  privacidade nos treinamentos para  ensaiarem jogadas importantes que, se bem executadas,  podem decidir uma partida.

 

A alegação dos ilustres profissionais é a de que esses treinos secretos são inócuos porque todo os treinadores, em razão da   instantaneidade das comunicações todos sabem como jogam os seus adversários.

 

Ocorre que essa assertiva acusatória se encaixa perfeitamente como peça de defesa dos treinadores que, em sabendo nisso, veem nos trinos secretos a única alternativa para tentar esconder um pouco o jogo e, qualquer comentarista que se preze sabe disso.

 

A verdade é que há explicação para toda essa oposição, posto que, a partir do momento em que o Paz ousou e inovou, trazendo  um treinador de renome incomodou a muita gente e principalmente porque este treinador, em condições adversas conseguiu conquistas inimagináveis, especialmente da parte desses  inimigos tricolores.

 

Essa campanha de desconstrução do clube, da sua administração é praticamente centenária, porém teve retomada forte desde a chegado do Rogério, que sofre todo a espécie de distrato, desde à alcunha de “brindado” passando por outros comentários pejorativos e isso não é profissionalismo, é animosidade.

 

A verdade pura e cristalina é que os “donos da verdade” desde algum tempo e especialmente muito tempo e principalmente a partir de ontem se superaram e tentam passar para a torcida tricolor e aos desportistas em geral,  inverdades, buscando vender a imagem de que  “quem manda no Fortaleza é o Rogério Ceni e não o Marcelo Paz”, que seria uma espécie de “Rainha da Inglaterra”.

 

Por toda essa situação difamante conclamamos a torcida a não se deixar levar por essa turma que, em momento algum quer o bem do Fortaleza e para desestabilizá-lo se utiliza de subterfúgios sem qualquer embasamento, como nessa afirmação de que o Rogério é o senhor absoluto do Tricolor e o Paz uma “marionete”.  

 

Uma campanha sem tréguas e sem quartel, pois quando o Fortaleza contrata é refugo, principalmente se o atleta for indicado pelo Ceni. Se não conhecem o jogador afirmam que é letreca, dando continuidade à  essa operação desqualificação do Fortaleza e dos seus profissionais. Digam-me: Quem é o gênio que conhece todos os jogadores em atividade? Quando não conheço pesquiso e não me envergonho de dizer isso.

 

O Marcelo Paz pela sua filosofia de pacifismo jamais faria isso, mas no meu entendimento caberia uma nota de repúdio em face desse tratamento desrespeitoso que o apresenta como se não tivesse pulso firme e personalidade, como se fosse um dirigente laissez-faire.

 

Quem cursou Administração sabe que essa expressão francesa, no sentido figurado refere-se ao dirigente que não assume posição, que deixa as coisas correrem ao sabor do vento, sem se posicionar. Uma conotação popular do seu verdadeiro sentido que significa “Liberalismo Econômico”. 

 

Diria que a administração do Fortaleza é democrática e genuinamente profissional, em que o diálogo e o bom senso são os seus principais axiomas, ou as suas principais normas, prevalecendo, sobretudo, o respeito mútuo. Só isso.

 

Diria ainda que o existe uma verdadeira sintonia entre o clube e o treinador, de modo que o Ceni  tem autoridade para fechar os treinos quando se fizer necessário, uma vez que essas medidas são estabelecidas em consonância com todos e na defesa estrita dos interesses do clube. Isso é ponto pacífico.

 

Diria também, para finalizarmos,  que no momento em que houver necessidade de confabular acerca da abertura de um treino isso será feito de comum acordo entre o presidente,  o diretor de futebol e o  treinador e que essas medidas contam com o apoio e a compreensão da torcida, que sabe o que é bom para o time.

 

Pelo fato de existir um planejamento prévio no Fortaleza o Rogério Ceni tem CARTA BRANCA para decidir qual a melhor forma de treinamento sem ter que a todo momento solicitar a aquiescência da diretoria.

 

Não conheço nenhum treinador que queira se submeter a esse tipo de situação humilhante e que se disponha a trabalhar   sob esse regime autoritário de controle. Fosse dessa forma em que o treinador não tivesse autonomia nem  precisaria do seu concurso, o próprio presidente treinaria o time.

 

Por fim afirmo que “quem não tiver um Rogério Ceni, um homem íntegro e um dos profissionais mais laureados do mundo, que continue destilando inveja por todas as narinas” porque as relações entre diretoria, torcida e Rogério Ceni continuarão muito bem obrigado!

 

Em razão de sermos apologistas da coerência, ficaremos esperando a reação desses ilustres profissionais quando a decisão for do Enderson Moreira. Afirmo sem medo de errar que não será a mesma e nem terá a mesma proporção de fúria e de agressividade, em que coube até palavrões.

 

Por hoje c’est fini.

     

 

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.