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BANCO DE LIXO?

24 Jul 2019

 

                                                             FOTO/DIVULGAÇÃO

 

 

BANCO DE LIXO?

 

 

O Alto Clero da imprensa esportiva, que tudo pode, por intermédio de um dos seus renomados representantes chamou o banco do Fortaleza, no jogo contra o Atlético de ‘BANCO DE LIXO”, num total desrespeito aos profissionais que o compunham.

 

Como seria de esperar, a torcida do Fortaleza reagiu contra o programa em que o cidadão é comentarista, contudo, a maioria dos seus colegas de bancada   tentou minimizar a declaração bestial procurando  apagar e limpar os seus efeitos como quem joga farinha no ventilador. Foi pior.

 

Afirmaram sem a menor cerimônia e de certa forma enfurecidos, que o autor dessa obra verborreica estava corretíssimo e que “a torcida do Fortaleza era quem estava vendo maldade e desrespeito nas palavras do citado analista”. E foram mais além ao defenderem a premissa de que essa é uma expressão que a imprensa toda usa.

 

Essa defesa desesperada e fora de propósitos e que peca pela falta de humildade me soa como uma inversão de valores, pois a tropa de choque do ofensor ou do detrator é quem ficou ofendida. Durma-se com uma zoada dessas! 

 

Não seria muito mais fácil e muito mais coerente que os seus porta-vozes reconhecessem o erro e, numa demonstração pura de humildade e de hombridade, pedissem desculpas aos jogadores do Tricolor e à sua torcida?

 

As palavras são como flechas que depois de disparadas não voltam atrás, contudo,  um pedido de desculpas, desde que sincero,    poderia diminuir as dores e cicatrizar com mais rapidez as feridas dessa flechada mordaz. Quem tiver ouvidos ouça.

 

A afirmação de que chamar o banco de reservas de um clube de BANCO DE LIXO é coisa normal me dar me dar frouxos de riso, porque nos meus 62 anos em que acompanho o futebol cearense, como torcedor tricolor, jamais em tempo algum, presenciei um profissional da imprensa ofender de forma tão baixa e tão reles aos nossos futebolistas.

 

Fica o meu repúdio e o meu protesto à esta atitude insana. Fosse eu estaria pedindo desculpas de forma contrita, ao invés de querer me justificar de forma petulante, afinal Cristo nos ensina que  ”aquela que nunca errou que seja o primeiro a atirar uma pedra”. E podem me boicotar, mas respeitem o Fortaleza!

 

Por hoje c’est fini.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.