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FALHA COLETIVA DA DEFESA E DERROTA DO TRICOLOR”.

                     Edinho vem entrando em meados do segundfo tmepo, mas ainda está sem ritmo.

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‘FALHA COLETIVA DA DEFESA E DERROTA DO TRICOLOR”.

 

O Fortaleza perdeu para o Ceará por 2 x 1 e no meu ponto de vista a vitória de um ou de outro contendor no Clássico-Rei seria normalíssima, até porque como dizem determinados filósofos, ou filósofas, se o jogo não terminasse empatado alguém teria que ganhar, o que é óbvio meu caro Watson.

 

Ocorre que as circunstâncias da derrota nos deixaram um tanto quanto decepcionados, isto porque o Fortaleza, acostumado a propor o jogo, sofreu nos primeiros minutos do primeiro tempo uma espécie de blitz do rival, da qual não soube se livrar e como resultado   sofreu dois gols em cerca de três minutos.

 

Ressalte-se que antes de marcar os dois gols, o Time de Porangabuçu perdera uma oportunidade real de abrir o marcador, com um zagueiro de cabeça e o atacante ainda chutou uma bola na trave, cabeceando no rebote e ensejando que o Felipe praticasse uma grande defesa.

 

Por todo o primeiro tempo pressionou muito, desperdiçou o que seria o segundo gol, após o Quintero falhar na saída de bola e criou situações de gol que se bem sucedidas redundariam num placar mais elevado, de pelo menos quatro gols. Ainda bem que escapamos desse massacre.

 

Estava ansioso  que terminasse o primeiro tempo, para que o Fortaleza tivesse a oportunidade de respirar, vez que nessa etapa o time foi sufocado pelo adversário, não se encontrando dentro de campo e a situação era tão desfavorável que,   praticamente,  não ganhou um único rebote.

 

Diante de um bombardeio tão grande não haveria cidadela que resistisse, de modo que num contra-ataque, coisa que não fizemos no primeiro tempo, a bola chegou à direita, dentro da nossa área, para o ponta   cruzar no pé do meio-campista, Thiago Galhardo que, sem marcação não teve dificuldades para tocar para dentro do gol.

 

Uma falha bizarra e crassa da defesa, vez que o Carlinhos estava no combate pela direita e não evitou o cruzamento, enquanto que na  defesa tricolor haviam quatro jogadores contra apenas um do Ceará: Quintero Roger Carvalho, Felipe e Juninho e todos ficaram parados, permitindo que o meia do rival penetrasse no vazio entre os dois zagueiros.

 

Os zagueiros se encontravam mal posicionados e marcavam somente a bola e não os atacantes que poderiam penetrar nas suas costas, como de fato ocorreu. Não podemos, contudo, ser tão simplórios, visto que o meia se deslocou rápido e não foi seguido pelos volantes, que pararam na jogada, de forma que aconteceu uma falha   coletiva do sistema defensivo.

 

No segundo, na cobrança de escanteio a bola veio no primeiro pau e o Tinga e o Quintero não subiram,  além do Felipe Alves ter saído atrasado. Mais uma falha coletiva que desta feita teve a participação do goleiro, que além de atrasado saiu batido no lance.  Erros que vem sendo recidivos nos gols sofridos pelo time, particularmente em cruzamentos.

 

Analisemos a defesa e faço questão de frisar que  não sou “corneteiro”, que critica por criticar e nem comentarista de obras acabados, pois é muito fácil criticar depois do fato consumado, quando os erros aparecem de forma muito latente.

 

Na coluna de sábado eu havia escrito que “defesa tricolor foi vazada 18 vezes, ostentando um índice de 1,5 gols por partida, ou 3 vezes mais do que o índice do Palmeiras, de 0,5 tentos por jogo”.

 

E prossegui na coluna citada: “Esse é o grande dilema do Ceni, que gosta de jogar para frente tendo, porém, um sistema defensivo que necessita de ajustes, visto que o Tricolor tem a quarta pior defesa, com 18 gols sofridos, superando apenas as do Fluminense, 21 e de Chapecoense e CSA que têm 20”.

 

Terminada a rodada estamos entre as segundas piores defesas do certame, com 20 gols sofridos, ao lado de Goiás, Cruzeiro, Chape e CSA e nesse rol, a exceção do time goiano, todos estão na zona de degola. Ganhamos apenas do Fluminense, que sofreu 22 e estamos atrás até do lanterna Avaí que sofreu apenas 18, que já e muito.

 

O Fortaleza tem 20 gols e um índice de 1,53 e em continuando assim a projeção é de que venha a sofrer 58 gols nos nas 38 rodadas.  Para nos situarmos e termos uma ideia da gravidade da situação olhemos os times rebaixados, na 16ª posição, nos últimos cinco anos:

2014 -  Vitória, 59 gols e  índice de 1,42

2015 – Avaí, 60 gols e índice de      1,57  

2016 – Internacional, 41 gols e índice de 1,07

2017 – Coritiba, 51 gols e índice der 1,34

2018 – Sport – 57 gols e índice de 1,50

 

Vemos que o índice do Fortaleza é de time rebaixado e contra números não há argumentos: Ou se resolve o problema da defesa com data de ontem ou estaremos fadados ao não nos mantermos na competição e não venho dizendo isso de hoje.  

 

Por hoje c’est fini.

 

   

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.