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O FUTURO DO FORTALEZA ESTÁ NA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DEFENSIVOS.

 

 

O FUTURO DO FORTALEZA PASSA PELA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DEFENSIVOS.

 

 

Não é uma crítica porque cada segmento da imprensa e cada programa televisivo ou radiofônico adota a linha editorial e programática que bem entender, contudo, quero apenas ressalvar, por oportuno, que neste Brasileiro o Fortaleza foi garfado em três partidas, Botafogo, Grêmio e Atlético Mineiro e a imprensa local não deu a menor importância a esses achaques.

 

Todas essas partidas ocorreram fora de casa e em duas o Tricolor foi derrotado e na terceira empatou heroica e dramaticamente  com o Atlético Mineiro, após estar perdendo por 2 x 0.

 

A bem da verdade, a imprensa local, incluindo-se a que diz falar a verdade, não deu a menor importância   aos três assaltos perpetrados contra o  Tricolor, que passaram quase despercebidos.

 

Com relação ao erro na marcação da penalidade deram uma importância  tão grande que fiquei com a impressão de estávamos no limiar da terceira guerra mundial, diante de tanto comoção e indignação. Nada contra à maneira de agir de ninguém, mas que tal agirem com mais imparcialidade e parcimônia?  O bom jornalismo agradece.

 

É bom que se diga que ao exarar esse comentário estou sendo o porta-voz da Nação Tricolor que, nas redes sociais, tem demonstrado indignação e revolta com relação a esse tratamento midiático que tem se utilizado de dois pesos e duas medidas com relação ao tratamento dispensado aos acontecimentos que envolvem   Fortaleza e  Ceará. No angu do Ceará botam manteiga, no do Fortaleza colocam pimenta.

 

Feito esse registro que traduz toda a nossa estupefação, vamos continuar analisando o desempenho do Fortaleza diante do rival, e como não poderia deixar de ser, até porque é uma preocupação da torcida, reabordaremos o comportamento da nossa defesa.

 

E nesse ponto e ciente de que os comentários dos torcedores, após uma derrota para o rival, digamos que fora dos padrões, são emitidos sob grande emoção, não sendo dos mais amigáveis, verificamos que os mais centrados, que têm  alguns  lampejos de racionalidade,  estão muito apreensivos com relação à produtividade negativa do setor defensivo.

 

O Fortaleza, tema que já havíamos abordado e que estamos trazendo-o novamente à tona   após o término da 13ª rodada,  detém  a terceira pior defesa da competição, com 20 gols sofridos em 13 jogos, ao lado de Goiás,  Cruzeiro e CSA. Supera apenas a Chapecoense que foi vazada em 23 oportunidades e o Fluminense em 22.

 

Descontando o fato de que todo torcedor é um treinador em potencial e que se tivesse chances chegaria à seleção brasileira, de um modo geral a Nação Tricolor vislumbra três alternativas para o Ceni, objetivando acertar o sistema defensivo.

 

Defendem que os números apresentados   pelo sistema defensivo tricolor, 20 gols em 13 jogos,  são de são próprios de times com sérios riscos de rebaixamento, visto que historicamente os times rebaixados nos últimos anos na 17ª posição, ostentavam índices semelhantes aos de 1,53 gols sofridos por jogo.

 

De um modo geral, com relação à lateral-direita a torcida reconhece os serviços prestados ao Tricolor pelo Tinga, mas considerando que o jogador é quem se escala, defende a premissa de que o mesmo não está apresentando no momento um futebol que o credencie à titularidade, mormente no tocante ao condicionamento físico.  

 

As sugestões são as seguintes: A primeira passa por voltar o Gabriel Dias para a lateral-direita, considerando que a defesa, na contingência atual, precisa de reforço na marcação. O Rogério perderia um apoiador, mas ganharia um marcador, que por certo daria mais consistência ao setor.  

 

A segunda sugestão prevê também a volta do Gabriel Dias, mas defende como complemento a alteração no sistema de contenção, vez que a maioria avalia que a defesa se encontra desprotegida.

 

Na visão do torcedor teria que ter um volante mais pegador, um Brucutu, e um que saísse mais para o jogo. Quando analisarmos mais amiúde o meio de campos apontaremos a solução que julgamos ideal.

 

A terceira defende que o Rogério Ceni deveria efetivar na lateral-direita o Araruna, que já foi do setor. Não sei se essa seria a medida ideal e correta, vez que no meu ponto de vista o atleta perdeu a familiaridade com a posição.

 

A tabulação que se faz de todos esses pontos de vista é a de que o torcedor almeja e deseja mudanças, visando reverter esse quadro relativo ao setor defensivo e nesse ponto concordo com a torcida, vez que a situação não é das mais animadoras.

 

Nesse caso não cabe nem justificativa por que seria pior. Posso até não agradar a todos,  mas defendo o princípio de que a voz do torcedor, o maior parceiro tricolor, tem que ser ouvida, por que a voz das arquibancadas nunca é dissonante.

 

Vendo-se por esse prisma conclui-se que “nem que seja necessário fazer das fraquezas forças” e “das tripas coração”,  o problema do setor defensivo tem que ser equacionado.  Dessa solução depende o futuro do Fortaleza.

 

Por hoje c’est fini.  

 

 

 

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.