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TRÊS PONTOS PERDIDÍSSIMOS!

19 Aug 2019

 

TRÊS PONTOS PERDIDÍSSIMOS!

 

 

Uma derrota para se lamentar, pelos 3 pontos desperdiçados e por deixar latente uma “fratura exposta” que se iniciou no jogo contra o Corinthians, representada pelo estigma de que nos últimos embates temos dois Fortalezas, um para cada tempo.

 

A saga negativa começou naquela partida, em que o time dominou por todo o primeiro tempo, construiu um marcador favorável de 1 x 0, indo para o intervalo com a vantagem,    mas no segundo sofreu uma espécie de “apagão”, permitindo a virada por 3 x 1. Além do jogo aludido oscilaria de produção de um tempo para outro em mais 3 partidas.

 

No embate contra o CSA fez um primeiro tempo apenas razoável, mas teve a sorte de fazer dois gols, apresentando 100% de eficiência nas finalizações, vez que  a rigor teve apenas essas duas chances.  

 

A primeira finalização, que resultou em gol, aconteceu na cobrança de uma falta,  em que o Bruno Melo apareceu na primeira trave como atacante. A segunda, que culminou com o segundo gol, foi fruto de uma falha da zaga, bem aproveitada pelo Edinho.  Após fazer os dois gols a equipe teve o mérito de saber suportar a pressão do adversário pelo restante do primeiro tempo.

 

No segundo tempo passou a dar as cartas, dominando a partida, domínio esse que originou mais  gols pelo fato de que a equipe se preocupou mais com a posse da bola e em administrar o resultado favorável, do que com a possibilidade de construir um placar mais dilatado.  Mais uma vez foi um “time de dois tempos”.

 

Contra o Ceará teve outro “apagão” no primeiro tempo, e já são 2 em 4 partidas,      mormente nos 20 minutos iniciais, em que o adversário fez uma verdadeira blitz, não o deixando respirar, fazendo 2 gols e poderia  até ter feito mais outros 2, dado à fragilidade do nosso sistema de marcação, naquela período de jogo.

 

No segundo tempo equilibrou as ações, fez um gol de pênalti e poderia ter empatado o jogo, mas não teve eficiência nas finalizações.  Naquela partida também teve dois tempos:  Primeiro tempo irreconhecível e um segundo tempo de domínio quase absoluto.

 

Na partida de sábado a equipe fez um excelente primeiro tempo, poderia ter goleado, pois perdeu pelo menos 3 ou 4 oportunidades claras para marcar, contudo, faltou esmero ou eficiência dos avantes no momento de tocar a bola para dentro do gol.

 

No segundo tempo foi um time exatamente contrário ao das partidas anteriores, vez que nessa etapa costuma subir de produção,   mas do contrário,  deixou o Internacional à vontade para tocar a bola sem que fosse molestado.

 

Nesse ponto a minha tese de que a marcação deve ser mista, priorizando à feita por zona, mas sem esquecer a de corpo-a-corpo começa a fazer sentido.

 

No meu entendimento, afora a falha individual do Roger Carvalho, cuja entrada do atacante, na arquibancada achei que fosse faltosa, mas revendo a reprise do jogo tenho as minhas dúvidas, houve uma falha coletiva.

 

A bem da verdade o Roger Carvalho, se tivesse mais força física, teria chutado a bola para fora,  como fazem todos os zagueiros do mundo, inclusive os melhores, poré3m os erros de posicionamento da defesa como um todo foram gritantes, além da desatenção.

 

Não há como não lembrar e como não comparar esse gol com  o primeiro  do Ceará, em que o meia Thiago Galhardo penetrou livre, ficando na cara do gol, tendo o trabalho apenas de escorar a bola para o fundo das redes, sem nenhuma chance para o Felipe Alves.

 

Naquele jogo a bola veio da linha de fundo, na entrada da área e sem que o Carlinhos conseguisse evitar o cruzamento, ensejou a oportunidade para que o citado jogador penetrasse pelo meio da zaga desguarnecida, entre o Roger e o Quintero, tendo mais atrás o Tinga, na marca do pênalti. A diferença para o gol de sábado é que naquela ocasião haviam mais defensores, cinco.

 

No sábado a bola veio da linha de fundo encontrando o atacante do Inter livre na esquerda, e o detalhe é que o Tinga se encontrava na marca do pênalti,   similarmente ao que ocorrera no gol do nossos rival e não o estou criticando, reporto-me ao erro de posicionamento.

 

Esses dois lances que se assemelham,     reforçam a tese de mau posicionamento do sistema defensivo tricolor, que tem que ser corrigido pelo Zé Ricardo, uma vez que, na local em que se encontrava o Tinga, conforme evidenciamos nos dois gols, há que ter obrigatoriamente,  pelo menos um volante.  Por essa razão a torcida defende mais proteção à zaga e, para tanto, pede o Derley. Não vou opinar sobre esse assunto, que é da comissão técnica. “Cada um no seu quadrado”.

 

Afirmo ainda que não se trata de uma crítica ostensiva da minha parte, até porque não sou o dono da verdade e, antes de tudo, sou Fortaleza, cuja importância para mim  estar apenas e tão somente  abaixo de Deus, da minha família e do meu ganha-pão.

 

Tratam-se de observações que julgo oportunas, mormente pela chegada de um novo treinador, em que me atrevo a apontar alguns defeitos que,  graças a Deus não são muitos e que, na minha ótica,  carecem de solução.  Torçamos para que sejam corrigidas rapidamente.

 

ESTIMARIA TER O RETORNO, OU O FEEDBACK, ACERCA DESTA ANÁLISE! WHATSAPP 85 - 9 – 9820–2050. (Críticas, desde que de forma respeitosa, e elogios serão sempre bem-vindos!).

 

Por hoje c’est fini.    

 

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.