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FORTALEZA: ESTOCAR GORDURAS PARA QUEIMAR NO PERÍODO DE DIFICULDADES.

 

 

 

FORTALEZA: ESTOCAR GORDURAS PARA QUEIMAR NO PERÍODO DE DIFICULDADES.

 

A décima sétima rodada teve o seu fim efetivamente na noite de ontem mediante a realização do confronto Fluminense 0 x 1 Chapecoense. Consoante os matemáticos o time carioca era o favorito absoluto para vencer com 56% de probabilidades, ficando o empate com 24% e a possibilidade de vitória da Chapecoense com 20%, consumando-se o menor dos prognósticos.

 

Esse resultado, como dizem os mineiros, foi “bom demais da conta”, visto que segurou o Fluminense, que continua na zona de degola e o Avaí, que conquistou a primeira vitória, mas continua na lanterna.  Foi seguramente, nessas 17 rodadas, a maior zebra do certame.

 

Este resultado, inesperado para os experts, deve deixar o Tricolor de orelha em pé e mais precavido, visando a  não cair na esparrela que o próprio Fluminense caiu na noite de ontem. No próximo sábado o Fortaleza, ao enfrentar o Fluminense, terá que estar muito mais precavido e cauteloso, considerando-se que o time carioca vem como “fera ferida” e por essa razão, muito mais perigoso.

 

A defesa tricolor não tomou gols na partida contra o Goiás, situação que ocorreu somente por três vezes neste campeonato e, por coincidência as três partidas foram vencidas pelo mesmo placar de 2 x 0, consignados contra Avaí, em casa, na 10ª rodada; CSA, na 14ª, fora de casa e 2 x 0 no Goiás, na 17ª, em casa.

 

Nada mais importante do que a vitória, que permitiu ao Tricolor pôr quatro clubes entre si e a zona maldita: Cruzeiro, Vasco, Ceará e Goiás; subir 3 posições na tabela, indo da 15ª para a 12ª colocação; adentrar na faixa da Sul-Americana e ainda melhorar um pouco os seus índices, a exemplo dos defensivos.

 

Antes da partida com o Goiás o Fortaleza tinha tão somente o 11º melhor ataque, com 19 gols marcados. Após o triunfo passou à 7ª posição, com 21 gols assinalados, melhorando consideravelmente os seus índices ofensivos.

 

No tocante à defesa, antes do embate contra o time goiano o Tricolor tinha  a quarta pior defesa do certame com 24 gols sofridos e,   após o triunfo contra o Goiás,  ganhou uma posição, passando a ser a quinta. Isso  é ótimo, visto que o equilíbrio entre os diversos compartimentos de uma equipe se configura como  essencial para a consecução dos seus objetivos.

 

Tenho observado que alguns analistas afirmam que nestas duas últimas rodadas o Fortaleza,  teoricamente, tem confrontos mais fáceis do que os do nosso rival,  assertiva que se configura como verdadeira.

 

O Tricolor enfrentará o Fluminense em casa, na 18ª colocação com 18 pontos e o Bahia fora, no 8º lugar com 27 pontos, cuja soma dos pontos conquistados pelos dois clubes chega ao montante de 45.

 

O Ceará enfrentará o Corinthians fora de casa, na 3ª posição com 31 pontos e em casa se digladiará na última rodada do turno, com o Botafogo, o 10º posicionado, com 23 pontos e a soma dos pontos conquistados pelos seus adversários é 54.

 

Em termos de qualidade técnica o nosso rival, hipoteticamente, terá um grau maior de dificuldades nas próximas duas etapas, posto que os seus adversários somam 54 pontos, contra 45 dos oponentes do Tricolor.

 

Ocorre que os dois clubes estão no mesmo campeonato, de modo que as dificuldades de ambos são as mesmas, mudando somente o período de tempo em que  enfrentam adversários mais fortes e mais robustos tecnicamente.

 

Por hoje c’est fini

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.