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UMA VITÓRIA PARA DAR CONFIANÇA AO ELENCO!

21 Oct 2019

 Wellington Paulista - "O carrasco do Grêmio - Gol de empate e assistência para o gol da virada do Osvaldo

 

 

UMA VITÓRIA PARA DAR CONFIANÇA AO ELENCO!

 

 

O Fortaleza venceu o Grêmio de virada e quebrou alguns estigmas. O primeiro tem relação com o futebol gaúcho, pois até então não havia vencido nenhum time sul-rio-grandense no certame atual. Havia perdido   os dois confrontos com o Inter, pelo mesmo placar de 1 x 0 e para o Grêmio fora derrotado, na condição de visitante, também por 1 x 0.

 

Naquela partida o Fortaleza reclamou por demais da arbitragem que mais uma vez deveria ter assinalado um pênalti a seu favor, o que não aconteceu e que nos levou a perguntar: Para que serve mesmo o VAR? Serve apenas para beneficiar os grandes clubes? Fiz essas perguntas na oitava rodada e elas, mais do que nunca continuam sendo pertinentes.

 

No gol do Grêmio houve mais uma “VARtinada” vez que o Osvaldo ia saindo em velocidade para o contra-ataque e ainda perto do bico da área esquerda tricolor foi pressionado por um jogador do Grêmio, que o tocou levemente por trás, de forma quase sorrateira, concorrendo para que que a bola tocasse acidentalmente no seu braço.

 

O árbitro, como sempre muito solícito quando se trata de marcar contra os nossos clubes, não pestanejou e nem sequer se dignando a consultar as imagens marcou a falta em cuja cobrança saiu o gol gremista e eu me pergunto? Até quando isso vai continuar a acontecer?

 

Não me venham com essa conversa de que o Grêmio foi prejudicado por ter um gol anulado, pois antes da bola entrar no gol tricolor o árbitro já havia apitado e assinalado a falta de ataque. Tem gente que na ânsia de falar mal do Fortaleza tem desconhecido esse detalhe, “assaz importante”.

 

O zagueiro do Grêmio, em velocidade,  se antecipou ao Paulão e mergulhou de cabeça para abrir o marcador. Nesse caso saio em defesa do nosso zagueiro, posto que, manda a boa técnica que os zagueiros oponentes sejam marcados pelos volantes e ninguém acompanhou o Paulo Miranda, em mais um erro de posicionamento que precisa ser corrigido, pois não é o primeiro gol que sofremos nessas circunstâncias.

 

O Fortaleza até o momento em que sofreu o gol vinha sendo dominado pelo time gaúcho, visto que não acertava a marcação e quando tinha a bola nos pés não conseguia trocar passes com eficiência e precisão, cometendo muitos erros, mormente o Felipe que vem pecando nesse quesito, causando   certa reação da torcida, tanto é que o Ceni até já saiu na sua defesa. Hora de acertar o passo e o passe.

 

A partir do gol do oponente o Tricolor conseguiu colocar a bola no chão, revertendo de imediato a sua posse, vez que ao término do primeiro tempo a proporção era de 64% de domínio do Tricolor contra 36% do Grêmio, situação que o credenciava a uma melhor sorte na partida.

 

Antes de marcar o gol de empate havia desperdiçado duas oportunidades claras de gol, uma das quais numa boa trama perto da pequena área gremista em que o Felipe, ajeitou do jeito que bem quis e infelizmente chutou por cima. A outra foi com o Edinho.

 

Enfim surgiu o gol de empate num cruzamento pela esquerda feito pelo Romarinho, ensejando que o Wellington Paulista se antecipasse ao zagueiro e desviasse o suficiente para a bola ganhar o fundo das redes, aliás é o segundo que ele faz nessas circunstâncias.

 

 Segundo gol do Fortaleza: Osvaldo - Foto Divulgação

 

O Fortaleza continuou pressionando e num lance de grande efetividade o Quintero antecipou-se a um contra-ataque do Grêmio pela esquerda, com o veloz Pepê e descobriu o Wellington na direita que, de imediato e mesmo tendo pela frente um marcador, cruzou na medida entre o goleiro e a zaga para a penetração do Osvaldo, que livre de marcação estufou o barbante. Um belo gol de apenas três toques.

 

No segundo tempo o Tricolor foi perdendo o meio de campo e o domínio do jogo, tendo Grêmio pressionado muito e quase chegando ao empate  em três lances perigosíssimos que,  por muito pouco não nos custavam a vitória.

 

Saliente-se que o Tricolor, mesmo atuando mal, ainda teve duas chances para ampliar o marcador, uma com o Kieza e outra com o Wellington Paulista, sem falar que o Osvaldo limpou um lance pela esquerda e chutou cruzado, buscando o ângulo e levando muito perigo.

 

Em dois lances, um dos quais com o Cebolinha, o Felipe fez duas defesas monumentais e no terceiro o atacante do Grêmio repetiu o Felipe, pois em jogada igualzinha que até parecia um replay, encontrando-se cara a cara com o Felipe Alves chutou para o alto, perdendo a chance para empatar aos 44 minutos do segundo tempo.

 

A segunda marca quebrada foi a virada, haja vista que o Tricolor havia levado duas  dentro de casa, contra Corinthians e Flamengo, e esta a seu favor foi a primeira nesse campeonato que, a meu ver, infundirá muita confiança na equipe e no momento preciso e crucial.

 

Destacamos nessa vitória as atuações de alguns jogadores, como da dupla de área Quintero e Paulão, que vem se firmando e casando como “a mão e a luva”, uma grande dor de cabeça, mas das boas, para o Rogério Ceni.

 

Destacamos ainda o Felipe Alves, com defesas magnificas;   o Osvaldo, o Romarinho e o Neném Bonilha que vem pedindo passagem nesse time e, como não poderia deixar de ser, o Wellington Paulista,  pelo gol e pela assistência.  No cômputo geral todos estiveram bem e merecem os nossos encômios.

 

Por hoje c’est fini.

 

   

 

  

 

 

 

 

   

 

  

 

 

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POR TRÁS DO BLOG
Advíncula Nobre

Advíncula Nobre, colaborava com o site Razão Tricolor e quando esse encerrou, passei a colaborar com os Leões da Caponga, que também encerrou as atividades, quando então ainda residindo em Guarabira (PB), resolvi criar o site para publicar a Coluna do Nobre, que eu já publicava no Leões da Caponga. Isso aconteceu há cerca de 11 (onze) anos. Sou formado em História pela Universidade Estadual da Paraíba, turma de 1989 e funcionário aposentado do Banco do Brasil. Torço pelo Fortaleza Esporte Clube desde Outubro de 1960 e comecei a frequentar o Estádio Presidente Vargas, na condição de menino pobre na "hora do pobre". O estádio abria 15 minutos antes do término da partida para que os menos favorecidos tivessem acesso. Foi assim que comecei a torcer pelo Fortaleza. Morei em Guarabira (PB) por 27 anos e sempre vinha assistir a jogos do meu time. Guarabira (PB) dista 85 Km de João Pessoa capital Paraíbana e 650 km de nossa cidade Fortaleza (CE). Também morei em Patos (PB), Pau dos Ferros (RN), Nova Cruz (RN) União (PI) e Teresina (PI). Também cursei Administração de Empresas e Direito, em virtude de transferências, não terminei essas duas faculdades. Era o meu emprego e o pão de cada dia ou as faculdades.